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Luta pela RS 566

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Na última quinta-feira (27), o prefeito de Alegrete, Erasmo Guterres Silva e a vice-prefeita Maria de Fátima Mulazzani estiveram em Porto Alegre reunidos com o chefe de gabinete da secretaria de infraestrutura e logística do RGS, Lauro Hagemann. Durante o encontro foi apresentada a solicitação de continuação da obra de asfaltamento da RS 566. “Estamos lutando para que a obra não pare. É uma conquista para toda nossa região” afirmou o prefeito Erasmo. A vice prefeita Maria de Fátima ressalta “Esta obra é esperada por mais de 40 anos. Representa o desenvolvimento que sempre buscamos para a região”. Lauro Hagemann garantiu que o governo do estado continuará a obra, “ o governo do estado não vai parar a obra da RS 566, sabemos de sua importância”. Durante a tarde o prefeito Erasmo também esteve presente no encontro da Famurs em Capão da Canoa, onde se reuniu com o secretario de infraestrutura do RGS, Beto Albuquerque. Beto reafirmou que o governo do estado não dará ordem de paralizar a obra da RS 566.

Também estiveram presentes nas reuniões a vice-prefeita de Itaqui, Claudete Machado.



Tarso:

Erasmo e Preta entregaram ao governador Tarso Genro documento solicitando a continuidade das obras da RS 566, no que tiveram o apoio do secretário do Gabinete dos Prefeitos, Afonso Motta, e do secretário de Agricultura, Luis Fernando Mainardi. Afonso Motta acompanhou a audiência e reivindicou a continuação da obra, enquanto Mainardi salientou a importância da RS 566 para o desenvolvimento da região. O governador afirmou que vai incluir a obra no financiamento internacional que o Estado está buscando.



Alguns benefícios do asfaltamento da RS 566 apresentados pelo Prefeito Erasmo e pela Vice-prefeita Preta Mulazzani

1. Encurta a distância de Itaqui com Porto Alegre em cerca de 260 km entre ida e volta,

2. Dá força para Itaqui começar a lutar por uma ponte ligando o município com Alvear na Argentina, melhorando o vínculo comercial e cultural com a região de Corrientes,

3. Evitará a quebra da safra de arroz, que hoje disputa o desempenho da lavoura com o desperdício no transporte dos grãos feito em estrada de chão batido,

4. Haverá maior economia no custo do transporte,

5.Melhora a relação cultural e política de toda a fronteira oeste. Cria-se um corredor de integração entre a ponte de São Borja com Livramento/Rivera. Ou seja: o Norte da Argentina com o Uruguai,

6.40 % do PIB do arroz do estado passaram pela estrada,

7.Reduz em 33% o custo de produção no arroz na região,

8.Estrada integrará os Campus Universitários da Unipampa (ligará Alegrete a Itaqui, São Borja, Maçambará),

9. Poderá estar finalizada até dezembro de 2011;

10.Todos moradores aceitaram desapropriação amigável

11.Gerará ISSQN para uma região carente de investimentos;

12. prefeitura de Alegrete doou área de 1.000,00 mts de extensão para permitir início das obras.



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