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Agronegócios

Semana Arrozeira: expectativas superadas

A 4ª Semana Arrozeira de Alegrete, encerrada no último sábado, 4 de junho, teve suas expectativas plenamente alcançadas. Esta foi a avaliação da diretoria da Associação dos Arrozeiros de Alegrete após os sete dias de grande público nas atividades no CTG Farroupilha e localidades no interior dos municípios de Alegrete e Manoel Viana, onde mais de 3500 pessoas participaram de cursos, palestras, workshops, treinamentos, homenagens e do Baile do Arroz.

CONTROLE DE CARRAPATO NOS REBANHOS É PAUTA EM REUNIÃO DO GRUPO DE PECUARIA FAMILIAR

 

Na última quinta-feira (05) realizou-se mais uma reunião dos grupos de Pecuária Familiar, desta vez, no Piquete Tradição do Parové, na localidade de mesmo nome. Na oportunidade, foi apresentada uma palestra sobre “Controle do Carrapato”, proferida pelo professor Med. Vet. Roberto Peres Baltodano, Coordenador do Curso de Medicina Veterinária da URCAMP - Campus Alegrete.

genética Angus de Alegrete e Uruguaiana vence na ExpoLondrina

A genética Angus do Rio Grande do Sul prevaleceu nos julgamentos dos machos da raça na ExpoLondrina, semana passada, em Londrina/PR.

11ª Fenegócios inicia com Seminário de Integração Lavoura-Pecuária

 

 

Organizado pelos parceiros Associação dos Arrozeiros de Alegrete, CAAL, Secretaria Municipal de Agricultura e Pecuária, Sindicato Rural, Emater/Ascar, Instituto Federal Farroupilha e Fundação Maronna, o seminário Integração Lavoura-Pecuária iniciou os trabalhos da 11ª Fenegócios Trata-se da maior feira multisetorial da Fronteira Oeste.

Seminário na 11ª Fenegócios para desmistificar integração entre lavoura e pecuária

 

Tradicionalmente no Rio Grande do Sul, a pecuária e a agricultura são vistas como atividades distintas.

Código Florestal: novo relatório pode reduzir em 50% a proteção de áreas de preservação

Proposta sugere diminuição de APPs para 15 metros

 

A nova versão do relatório do deputado Aldo Rebelo sobre mudanças no Código Florestal pode reduzir proteção das áreas de preservação permanente (APP) para 15 metros para rios de cinco metros de largura. Segundo Rebelo, a pedido de representantes da agricultura familiar, as APPs poderão ser diminuídas em até 50%, além da redução já prevista na primeira versão do relatório. A legislação atual prevê que as APPs às margens de rios tenham pelo menos 30 metros de largura.

– Esse é um pedido da agricultura familiar. Concordo e acho que pode ser estendido para outros produtores também. Mas o Ministério do Meio Ambiente não concorda, é um dos pontos que ainda estamos discutindo – afirma.

O deputado também deve sugerir mudanças na proteção de nascentes nas pequenas propriedades. Segundo ele, a regra atual, que exige a preservação da vegetação nativa em toda área em um raio de 50 metros da nascente, inviabiliza a produção nas pequenas propriedades.

– Cada nascente exige a preservação de quase um hectare. Em algumas regiões é comum ter várias nascentes próximas. Se tiver quatro ou cinco numa pequena propriedade, o dono não tem nem por onde andar vai ficar devendo APP – esclarece.

Em julho do ano passado, uma comissão especial da Câmara aprovou a proposta de Rebelo para alterar a legislação ambiental. Polêmico, o texto foi alvo de contestações de ambientalistas, da comunidade científica e de movimentos sociais ligados à área rural. No início de março, o deputado e presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), decidiu reabrir a discussão para que instituições enviassem sugestões ao relatório de Rebelo.

O prazo para contribuições termina na próxima semana. Segundo Rebelo, já há consenso sobre 90% do texto.

– Há pontos localizados. Acho que temos um amplo acordo para preservar o meio ambiente e a produção agropecuária. O que não tiver acordo será levado para votação em plenário – informa.

Entre os pontos de divergência, além da redução de APPs de rios, está a simplificação da averbação da reserva legal (percentual mínimo de vegetação nativa a ser mantido em uma propriedade, que varia de 20% a 80%, dependendo do bioma).

Ao contrário das regras atuais e do que defende o governo, Rebelo diz que o registro não precisa ser feito em cartório e defende que a averbação seja apenas “declaratória”: o proprietário diz que mantém o percentual obrigatório de vegetação nativa, sem precisar comprovar com georreferenciamento.

– Vai ser como o Imposto de Renda, que é declaratório. Não precisa ser feito em cartório. O proprietário vai declarar a reserva legal de boa-fé. É claro que caberá ao órgão ambiental avaliar se aceita ou não e checar – explica.

O deputado se reuniu nesta quinta, dia 31, com representantes dos Ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente. Na próxima quarta, dia 6, a Câmara de Negociação terá uma reunião para analisar as sugestões recebidas. Também deve ser estipulada a data de entrega do relatório final ao relator do projeto. A data da votação do texto será definida por Maia.

Rebelo recebeu, nesta quinta, apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que preparou uma cartilha para tentar convencer os parlamentares que, sem as mudanças sugeridas por Rebelo, a produção agropecuária brasileira será inviabilizada.

– Damos total respaldo ao relatório do Aldo. O texto está discutido, maduro e tem todas as condições de ser votado. Nossa meta é a preservação, queremos produzir com sustentabilidade e ter regras, mas que permitam aos agricultores trabalhar com segurança jurídica – disse o presidente da entidade, Marcos Lopes de Freitas.

Rebelo disse que o apoio da OCB ajuda a democratizar a discussão sobre o Código Florestal, que, segundo ele, tem sido distorcida.

– O debate está sendo pautado de maneira superficial e deformada, como se houvesse um embate entre os grandes produtores e os ambientalistas. Não é verdade que os grandes produtores sejam os únicos a querer mudanças na lei e não é verdade que todos os ambientalistas sejam contrários a qualquer alteração no Código – conclui.

AGÊNCIA BRASIL

Canal Rural

 

Preço do arroz sobe, mas País perde em competitividade

Apesar da previsão de inversão no cenário das cotações do arroz no mercado interno, o setor prevê excesso de oferta para a safra 2011/2012, e consequente queda nos preços do cereal. Para Maurício Fischer, presidente do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), se o produtor brasileiro não contar com apoio do governo federal para comercialização do produto e se o real se mantiver sobrevalorizado, o País deve continuar sem competitividade. "Para as próximas temporadas, a tendência é que sobre cada vez mais arroz", afirma, lembrando que a previsão de excedente do grão vale para o Mercosul, devido à influência positiva esperada com o fenômeno La Niña.

De acordo com Fischer, o setor produtivo aguarda para a próxima semana a liberação de R$ 50 milhões em Prêmio para Escoamento de Produto (PEP), para vender 500 mil toneladas de arroz ainda da safra 2009/2010. O governo teria se comprometido, ontem, em disponibilizar o recurso.

Levantamento da Safras & Mercado aponta uma produção para a safra 2011/2012 de 13,07 milhões de toneladas, ante os 11,56 milhões de toneladas em 2010/2011.

Segundo Élcio Bento, analista da Safras & Mercado, as variáveis externas hoje proporcionam suporte para recuperação nos preços. Até o fim do ano a saca do produto pode chegar a R$ 29. No Rio Grande do Sul, atualmente o preço está em R$ 25,30, o menor valor desde junho de 2009.

Ainda de acordo com Bento, o ritmo dos negócios é lento, já que os engenhos não têm necessidade imediata de adquirir o produto e os orizicultores aguardam preços mais atrativos. "A queda nas cotações durante o ciclo atual se deve à pressão externa pela paridade de importação", diz, considerando que os preços internacionais que estiveram em baixa e o real valorizado, além da possibilidade de compras externas a preços baixos impediu a recuperação no mercado doméstico.

No entanto, a alta expressiva nos valores do cereal norte-americano neste mês deve modificar a formação de preços no Brasil.

O arroz beneficiado dos Estados Unidos, que há um mês, era cotado a US$ 440 a tonelada, contra US$ 500 por tonelada do mesmo produto no Uruguai, nesta última semana de outubro é indicado a US$ 565, avanço de 28%. "Isso abriu espaço para os exportadores do Mercosul tirarem o foco das vendas no Brasil", diz Bento.

No Uruguai a exportação de arroz beneficiado bateu US$ 540 a tonelada destinada a Porto Rico. Com isso, os exportadores do país vizinho elevaram o referencial de preços de US$ 510 para US$ 530 a tonelada. No arroz em casca, segundo o analista, também é possível notar mais firmeza nas cotações internacionais. Em Chicago a tonelada é cotada a US$ 314 e no Uruguai a US$ 290 por tonelada.

Além dessas variáveis, o analista destaca outra movimentação que indica o fim das quedas nos preços do arroz no País.

De acordo com o analista, indústrias no Mato Grosso estão arrendando produção no Rio Grande do Sul para enviar o produto beneficiado para o mercado do centro-oeste. "Esta operação se dá pela escassez de oferta na região. As cotações estão acima de R$ 40 por saca de 60 quilos", diz.

No mercado gaúcho, segundo Bento, as indústrias encontram oferta por até R$ 24 a saca de 50 quilos e R$ 29 a de 60 quilos.

Além da influencia do câmbio nos preços do arroz brasileiro, de acordo com Fischer, o Brasil perde mercado devido ao alto custo de produção e transporte, e incidência de impostos. "O governo tem que parar de incentivar a produção em outros países. Nossa proposta é desonerar 8% em impostos na cadeia produtiva." 


Fonte:DCI - Diário do Comércio & Indústria

Clima beneficia lavouras gaúchas

O que não apresenta boas perspectivas são as cotações do produto

De maneira paradoxal, as condições de forte insolação e de poucas chuvas registradas nas principais regiões produtoras de arroz no sul do Rio Grande do Sul têm favorecido a cultura. Isso porque é expressivo o percentual de lavouras que se encontram nas fases de floração e enchimento de grãos, etapa em que a temperatura deve se manter elevada para que não haja problemas durante o processo. A baixa disponibilidade de água, outro fator de risco para um adequado desenvolvimento das lavouras, também não tem sido, com raras exceções, objeto de preocupação para os orizicultores, uma vez que as barragens ainda se encontram com volumes suficientes para a finalização da irrigação. Com esse cenário, as primeiras lavouras se encaminham pra a 
colheita, apresentando um bom potencial produtivo.

O que não apresenta boas perspectivas são as cotações do produto registradas nos últimos meses. Com grandes volumes estocados em mãos do Governo Federal e de produtores, a proximidade da nova safra tende a depreciar mais ainda o preço do grão, dando pouca chance de recuperação no curto prazo. Nesta semana, a saca de 50 kg foi comercializada pelo produtor a um preço médio de R$ 22,43. A variação nos primeiros 30 dias de 2011 foi de 8,30% para menos, sendo que a diferença em relação ao preço do ano passado, nesta mesma época, chega a -31,74%.

Fonte: Emater/RS

Consumidores estão mais exigentes com qualidade da carne

Comportamento muda as estratégias do comércio, e supermercados apostam na tecnologia

Fazer compras no supermercado já não é mais como antigamente. Hoje, além da diversidade de produtos, as grandes redes apostam na tecnologia. Ao escolher os alimentos, como a carne, o cliente fica sabendo a origem e por onde o produto passou até chegar à prateleira.

A auxiliar de serviços gerais Adriana Souza, por exemplo, sempre inspeciona o que vai comprar.

– Eu procuro perguntar qual é a carne que está moída, se foi moída na hora... Essas coisas assim – conta.

Para o corretor de imóveis Fábio de Abreu, o selo da vigilância é indispensável.
 
– Tem que ter o selo da vigilância sanitária, inclusive a data de validade e a cor da carne. – afirma.
 
Os cuidados vão além do preço. Os consumidores observam tudo, da aparência da embalagem até o selo da fiscalização. Comportamento que mudou as estratégias do comércio.
 
E para conquistar clientes preocupados com a origem dos alimentos, algumas das principais redes de supermercados do país desenvolveram diferentes programas. Uma delas chegou a criar um selo que traz informações sobre o controle rigoroso pelo qual o produto passou até ser vendido. Lá, frutas e carnes trazem a garantia de qualidade. Os detalhes do processo de produção estão na internet.

Outro supermercado vende cortes de carne bovina de marca própria, e lançou um selo para que os clientes chequem os dados pelo celular. Isso só é possível se o aparelho tiver leitor de código de barras. O sistema também permite o monitoramente pela rede. 
 
– Hoje o consumidor quer saber a origem do produto, do que ele está comendo, então é importante essa iniciativa. Se todos fizessem isso, seria mais fácil para a gente – diz a pedagoga Cláudia Raquel Figueiredo.

A mobilização das empresas veio depois que o Ministério Público do Pará ajuizou, há dois anos, ações civis públicas contra pecuaristas e frigoríficos que vendiam gado de fazendas, localizadas em áreas desmatadas na Amazônia. Alguns supermercados restringiram a compra. A iniciativa deu resultados.
 
– O consumidor, cada vez mais, contribui para a defesa dos seus próprios interesses e também para aprimorar as próprias regras, os marcos regulatórios dessa relação entre estado e agentes de comércio – diz o diretor do Programa de Defesa Agropecuária do Mapa Ênio Marques.

 

CANAL RURAL / Viviane Cardoso | Brasília (DF)

FEIRA DE OVINOS

O Sindicato Rural realizou com muito êxito a 32ª edição da Feira de Ovinos e a Nacional do Ile de France, nos dias 14 e 15 de janeiro, comercializando 240 animais e totalizando R$ 103.600,00. Os julgamentos ficaram por conta do médico veterinário e técnico da ARCO Roberto Azambuja. Participaram do evento 26 expositores de mais de  12 municípios gaúchos.

Médias:

CARNEIROS MERINO AUSTRALIANO ........................ R$ 927,50
CARNEIROS CORRIEDALE .......................................... R$ 817,00
CARNEIROS IDEAL ........................................................ R$ 723,26
CARNEIROS TEXEL ....................................................... R$ 836,66
BORREGAS RD CORRIEDALE .....................................R$ 156,00             
CARNEIROS ILE DE FRANCE ......................................R$1.431,25             
BORREGAS ILE DE FRANCE .......................................R$ 522,86

Premiação:

Manoel Francisco Zirbes Rodrigues – Cab. Santa Camila
            Lote Grande Campeão Merino Australiano PO
Cícero Ferreira da Costa – Est. São Francisco
            Lote Grande Campeão Merino Australiano SO
Reci Dorneles – Est. Timbaúva
            Lote Grande Campeão Ideal SO
José Inácio e Vinícius Freitas – Cab. Escondida
            Lote Grande Campeão Ideal PO
            Lote Grande Campeão Corriedale  PO
            Lote Grande Campeão Corriedale SO
Iracilde Goulart – Cabanha Seu Irineu
            Lote Grande Campeão Ideal RGB
Fernando Saraiva – Cab. Da Divisa
            Lote Grande Campeão Hampshire Down SO
Parceria Bom Sossego                                                                                       
Lote Grande Campeão Texel SO

Marcelo Grazziontin – Cab. Da Macena – Vacaria
Grande Campeã PO
Lote Grande Campeão PO

Vilson Ferreto – Cab. Cordilheira – Uruguaiana
Grande Campeão PO
            Lote Grande Campeão Fêmeas PO

Qualificação da propriedade rural

Encontro técnico para qualificar a gestão da propriedade rural
A conjuntura atual não está fácil para o produtor de arroz: custos de produção elevados, condição climática adversa e mercado com preços abaixo do mínimo. Como forma de possibilitar a qualificação da parte administrativa das propriedades e assim ampliar o rendimento da cadeia produtiva, a Associação dos Arrozeiros de Alegrete, CAAL e IRGA realizarão nesta segunda-feira, 24 de janeiro, o primeiro Encontro Técnico sobre técnicas de gestão na lavoura arrozeira, às 20 horas, na sede da entidade (Praça Oswaldo Aranha, 160).
A palestra ficará a cargos de dois dos sócios da Connectere AgroGestão, Guinter Frantz, ex-executivo da Granjas 4 Irmãos, e Cezar Lindenmeyer, ex-Josapar e SLC Alimentos, reeditando uma apresentação recentemente organizada pela CAAL . A Connectere é uma empresa sediada em Pelotas voltada à produção de sistemas, procedimentos e informações para auxiliar no gerenciamento dos negócios rurais. 
A proposta para a atividade é conduzir o tema da palestra em duas frentes, sendo uma delas a apresentação de um software voltado para a gestão do produtor rural, integralmente pela internet, de fácil utilização, gerencial e sigiloso, e também demonstrar um treinamento mais abrangente denominado + Gestão dividido em 10 módulos, abrangendo temas como finanças, comercial, pessoas, qualidade, manejo, contabilidade, que será ministrado aos interessados a partir do dia 25, terça-feira.
Na visão do vice-presidente da Associação dos Arrozeiros, Geovano Parcianello, o conhecimento do produtor não deve se restringir ao trabalho da lavoura: “a missão de nossa entidade é dar ao arrozeiro as condições necessárias para desenvolver seu trabalho com eficiência em todas às áreas. Estamos abertos a outras empresas que queiram demonstrar seu trabalho ao nosso associado”.

Fonte: associação dos Arrozeiros

Irga treina produtores em Alegrete


O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) em parceria com Associação dos Arrozeiros de Alegrete, promoveu na última sexta-feira (23/7), um treinamento para os produtores de arroz e seus colaboradores na Localidade da Harmonia, divisa Alegrete, Quarai e Uruguaiana.

SRA: prazo para entregar a declaração do ITR vai até 30 de setembro


As pessoas físicas e jurídicas donas de imóveis rurais têm até o dia 30 de setembro para entregar à Receita Federal as declarações do ITR (Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural) deste ano.

Inscrições para 68ª Exposição Agropecuária de Alegrete abrem em setembro

O Sindicato Rural de Alegrete realiza de 6 a 30 de setembro as inscrições para a 68ª edição da Exposição Agropecuária de Alegrete, que acontece de 12 a 18 de outubro, no Parque Dr. Lauro Dornelles, no município.

CARNE DE CORDEIRO MAIS CARA


Os apreciadores da carne de cordeiro que já a consideram cara demais, especialmente neste momento de entressafra, devem se preparem para pagar mais caro ainda nos próximos meses.

CASA DO ALEGRETE inicia preparativos


CASA DO ALEGRETE inicia preparativos para mais uma Expointer

Frio prejudica pastagens e acarreta queda na produção de leite no Sul do país


Apesar da menor oferta no Estado, produto importado de países vizinhos mantém preços em baixa para o consumidor
Com o clima instável registrado nas últimas semanas, a produção leiteira do Rio Grande Sul foi atingida em cheio. O frio rigoroso, aliado aos temporais constantes, inibe o crescimento das pastagens e representa prejuízos para o produtor, em especial na região Norte do Estado.